Sobre as loucuras de Hitler

adolf_hitler

Eu adoro crianças. Principalmente, no café da manhã.

Admirador de arte, assim como colecionador, Adolf Hitler sempre leu muito. Desde criança lia bastante. Foi muito bem educado. Já adolescente tinha ótimas noções de pintura, desenho e escrita. E um de seus autores literários preferidos era o escritor alemão Karl May. Um cara com muitos estudos em geografia, foi influenciado por Júlio Verne e escreveu mais de 70 livros infantis graças a sua notável criatividade.

Karl May foi conhecido por escrever muitos livros infantis. Livros estes que eram muito bem carregados com detalhes de cada personagem e cena. Detalhava cenários, vestimentas, fenótipos humanos e até animais selvagens. Suas histórias, normalmente, acabavam sendo baseadas em povos indígenas e escreveu um pouco sobre o norte da África.

O único problema destes dois homens está em um falso dogma: nem May, nem Hitler, tinham experiências de viagens. Os dois acreditavam que não precisava ter um contato maior com outros povos ou regiões para aprender de fato sobre eles. Veja bem, a teoria somada a uma imaginação fascinante seria por si só suficiente para conhecer algum lugar ou uma pessoa.

“Ordenei que cada oficial carregue, além do fuzil, os livros de Karl May sobre as lutas com os índios. É assim que precisam lutar com os russos. Devem se esconder em árvores e pontes para então matá-los de surpresa.” – Fragmento de um pronunciado de Adolf Hitler em 1942.

Com este atestado de insanidade, Hitler comandava toda uma nação. E mesmo quando adulto, ainda lia estes livros infantis. Ele citou algumas vezes Karl May afirmando que não era preciso conhecer o deserto para comandar tropas no norte da África.

Porém, o ditador alemão sabia da inexperiência de vida do autor mas não o via como um mentiroso ou canastrão. Para Hitler, Karl May era um sábio e/ou uma espécie de teórico visionário com a habilidade que perceber e compreender realidades distantes. Então, ele pensava também que a imaginação gerava a base do conhecimento e com isto não era necessário saber viajar para entender uma outra cultura. Nem sequer, interagir com ela. Enfim, burrice pura.

E de um dia pro outro, o cara surtou e passou a julgar os outros povos como inferiores. E o judeu para ele era exatamente o câncer do mundo que se alastrava mais e mais através de doenças, misérias ou a facilidade de alguns para gerar dinheiro. Passou a irritá-lo cada dia mais. Neste momento, a publicidade ajudou Hitler a manipular esta idéia na época e não parecer tão ofensiva. O povo alemão achava bacana esse patriotismo excessivo do ditador.

Mas outro fato interessante é seu ódio pela cidade de Paris. No início da guerra, em 1939, ele sonhava em conquistar a capital francesa e destruí-la o mais rápido possível. Desistiu desta idéia no momento que colocou os pés na cidade. Exitou pois acreditava estar diante da cidade mais linda do mundo e teve de reconhecer isso.

Reconheceu o suficiente para querer mudá-la. Com suas habilidades em desenho, redesenhou alguns prédios para a nova Paris. Pensou também em aperfeiçoar o Arco do Triunfo, embelezá-lo ainda mais e duplicar de tamanho.

Finalmente, o recuo das tropas alemãs para dentro da Alemanha, já no final da guerra, fez com que Adolf Hitler atestasse mais uma vez sua loucura: ordena a destruição das cidades já invadidas como Paris, Budapeste e Roma. Mandou o exército alemão destruir o máximo de ferrovias, prédios e suprimentos restantes das cidades.

A loucura foi tanta que, apesar de tudo, os oficiais próximos a ele não renunciaram ou exitaram em nenhum momento. Apoiaram o ditador alemão até o final da guerra e isso deu a eles um ímpeto maior que acreditavam confirmar suas convicções. Para Adolf Hitler, o declínio era uma questão de honra e orgulho. Influência de seu compositor preferido: Richard Wagner[bb].

Ainda teve o holocausto. Campos de concentração foi uma imbecilidade tremenda. Pelo menos serviu para concretizar oficialmente os direitos humanos que até então não existia.

“Da derrota brotará nova semsente.” – Adolf Hitler

“Se a guerra está perdida, o povo alemão está perdido.” – Adolf Hitler



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Posted on by Hamilton Posted in Discursando, Notícias

3 Responder como Sobre as loucuras de Hitler

  1. Leo

    Hitler era pirado. Mas não era tão mau assim. Sinceramente, nem sei o que dizer de um cara que decide os rumos de uma Nação dentro de uma Guerra, levando em conta coisas ditas em livros infantis, mas uma coisa é certa. Se temos o que temos hoje em no mundo (e principalmente na Alemanha) deve-se a ele.

  2. Hamilton

    Leo: É, tem razão. A Alemanha é o que por ajuda dele. Assim como o Japão, só é o que é por causa das bombas da 2ª guerra.

    Foi um horror e tudo mais, mas aprenderam um monte com isso. E hoje a ilha está na frente em quase tudo.

  3. railson

    esse hitler era um fdp do caralho

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