Professor será sempre professor

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Alguém discorda disso, alguém? Então… Bueller? Ferris Bueller? Alguém?

Nascemos, vivemos e um dia precisamos entrar em uma escola para assim aprender sobre diversos assuntos e não surtamos os nossos papaizes e nossas mamãezes. Lá ficamos, normalmente, oito anos. Com isso, se não houver repetência nenhuma, é concluído o ensino fundamental.

Depois desta parte, entramos na fase onde o aluno, neste caso você,, jovem guarani prepara-se por três ou quatro anos para o vestibular. Se nada de pior acontecer, você consegue concluir esta etapa do famoso segundo grau. O famoso colegial também, aquele dos tempos do teu pai, lembra das histórias contadas pelo velho? E agora você está com o que: 16, 17, 18 anos talvez?

Já no último ano desta etapa você deve ter se preparado para enfrentar o vestibular para no próximo ano não ficar coçando o saco em casa e continuar seus estudos, não é? Agora, a etapa é mais séria, ou seja, trata-se de uma graduação. Após o curso concluído, você será um diplomado e terá direito a prisão especial se caso sua vida sair dos trilhos.

Aí já são quantos anos, no mínimo uns 16 anos de estudo, confere? Já me perdi mas deve ser por aí… Fazendo uma breve retrospectiva de sua vida acadêmica, você perceberá que não se diferem os perfis de seus professores ao longo destes anos. Explicarei.

Separei alguns tipos que consegui identificar neste período:

  • O Bonzinho: Este professor acaba sendo um amor. Ele te entende, não te cobra coisas bestas e te acha muito bacana. Quase que um amigo mais velho, se é que podemos classificar-lo desta maneira.
  • O Feio, Bobo, Chato e Cara de Melão: Este é todo ruim. Nada presta neste maledeto. Não consegue manter sua atenção durante as aulas. Isto é preocupante, pois as vezes o assunto pode ser interessantíssimo mas não existe um bom profissional para dar conta do recado. Aí, você opta por fazer comunicação e não física, por exemplo.
  • O Que Não Tá Nem Aí: Pra ele, tanto faz como tanto fez. Costuma te passar com boas notas no final do ano mesmo sem ao menos fazer idéia de qual é o teu nome. Ele apenas quer ganhar o dinheiro dele no final do mês sem muito esforço, seguindo um livro qualquer e sem maiores complicações.
  • O Engraçadinho: Este é delicado já que se forçar muito pode ficar complicada a relação e desgastante. Pode entrar num clima quase que ridículo, só que o cara não se toca. O velho título do Professor Engraçaralho.
  • O Mão de Ferro: Que fala grosso, alto e te toca tarefa até dentro das orelhas. De todos estes que já peguei por aí ao longo dos anos, este é pra lá de complicado. Não existe uma relação nem troca de nada entre professor-aluno. Ele impõem e você obedece. Simples assim.

Me parece que estes são os principais, os mais gritantes, os roots. Quem difere deles é algo como uma derivação e não mais um tipo de perfil. Entende? O bacana de ver é que professores, eles não mudam nunca! São os mesmos, comece a notar isso.

Professor de jardim de infância, ensino médio, segundo grau, faculdade e universidade são todos iguais. Qualquer professor seu terá um perfil próximo destes que citei acima. Mas se você se lembra de algum deles é porque marcaram a sua vida, seu ensino, de alguma maneira. Na nossa vida só existe espaço pra duas referências: a boa e a ruim. Pense nisso. Porque é verdade.



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Posted on by Hamilton Posted in Discursando, Mi Vida Conmigo, Universidade

Responder como Professor será sempre professor

  1. Daniela

    É interessante ver isso justamente porque uma das minhas opções de vida é lecionar. Estou no terceiro ano do ensino médio, vou prestar artes plásticas. Qualquer coisa que eu faça relacionada a artes plásticas que eu fizer me fará feliz, inclusive dar aulas. Se eu der aulas, serei que tipo de professora? Não faço nem idéia. Provavelmente o primeiro tipo.

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