
Esta foi a foto tirada na hora. Tá fresquinha…
Pois então. Depois de tantos anos vendo o pessoal reclamar sobre a atuação da polícia rodoviária aqui no estado ou no país, foi a minha vez de causar uma multa de trânsito. Calma, não bati em nenhum carro ou tive qualquer outro tipo de acidente, não. Simplesmente, não estava usando o cinto de segurança do banco traseiro.
Ok, estava errado pois é necessário utilizar o cinto enquanto está em um veículo em movimento. E outra, lei é lei e deve ser respeitada, simples assim. Mas outro fato me deixou irritado ou puto com a multa.
Hoje de manhã, última quinta-feira, meus pais, a Carol e eu fomos a Tramandaí. Fizemos o que havia de ser feito por lá e retornamos. Por esquecimento, creio eu, não colocamos o cinto do banco traseiro enquanto estávamos apenas no início da auto estrada, isso na volta. Aí, o que aconteceu logo a frente? Exato, uma barreira policial.
Até aí, tudo bem. Mesmo. Paramos o carro e a autoridade pediu os documentos do carro. Revistou a lataria do carro. No final pediu para acender todas as luzes traseiras e dianteiras do veículo. Logo após, pede pra descer o vidro traseiro e verifica que estamos sem cinto, ele diz: “Estão sem cinto, vou multá-lo.” Isso, falando para o meu pai que apenas retrucou um “mas estamos com o cinto…”
Falou para esperar e foi até a viatura de polícia. Achei o máximo de exploração de bug. Se não achasse o cinto, pediria para descermos? Examinaria o porta-malas? É, porque eles podem fazer isso… E foi assim mesmo: parou, olhou e multou. Não disse nada nem ensinou coisa alguma. O policial errou aí.
Isso chama-se tolerância zero, da parte do policial. Custava, já que estávamos recém saindo da cidade, orientar a colocar o cinto e desejar boa viagem? Ou após toda a inspeção, dizer alguma coisa? Mas não. Apenas procurou por um bug e adivinha: encontrou!
Me recordei na mesma hora a ira do jornalista Paulo Santana, do Grupo RBS, quando reclamava da não tolerância para multas de excesso de velocidade em rodovias do estado. Ou então do Guerrilheiro Antônio Carlos Balde que também falava mal do mesmo assunto. Carros não podiam exceder nem 1% da velocidade da estrada, o que é incrivelmente idiota. Eu disse: incrivelmente.
Na hora, fiquei muito puto. Confesso que tô indignado até agora. Só que me pareceu que o nosso amigo policial estava mais puto por trabalhar na semana do carnaval do que realmente fazer seu trabalho como um oficial da lei.
Meu pai, ao arrancar o carro, ainda bozinou. O que ele fez? Thumbs up!

Assim mesmo, com mão no cinto e tudo.
Daí já interpretei a ação dele como sacanagem… Mas aprendemos uma lição nesta semana: nunca mais esquecerei do bendito cinto traseiro. Próximo!






Provavelmente ele estava esperando uma “conversinha ao pé do ouvido”, ou uma nota de 50 “esquecida” junto dos documentos.
Dirijo desde sempre e isso nunca muda, até hoje só tomei multa de pardal, por esquecimento
.
Pior ainda é quando ela chega pelo correio com aquele belo e imponente código de barras para ser paga.
Tomei uma indo pra Capão da Canoa por 8 km/h, o limite era 80 km/h e eu passei à 88 km/h. Fogo.