Já bebeu seu leite hoje?!

Dae gurizada medonha! Continuamos seguindo o baile com mais um podcast da vaca digitalizada. Mais uma vez ao lado da Mari e do Marcus só que desta vez é um assunto delicado e nada fácil: vamos falar de Chaves.
Neste cast comentamos sobre quais são nossos personagens preferidos, os nem tão preferidos assim, episódios clássicos, profissões do Seu Madruga e apelidos de alguns personagens também. Momento nostalgia total, mas esse tipo de tema está por todo lado mesmo!
Escute, comente, mande email, reclame, interaja, divulgue. Esse é mais um espaço que você pode usar e abusar, sinta-se a vontade. Dá o play aí! Ou abaixa, pra mais tarde…;) (Se quiser mandar email, endereço é o seguinte: grandevacabit[@]gmail.com. Sem os []’s, claro.)
Pra quem não quiser escutar com o player, também pode baixar pelo link abaixo. Então, tá esperando o que?! Abaixaí!!

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Este é o gênero musical que corresponde ao ritmo brasileiro. Ok, serei justo, a bossa nova também é um ritmo exclusivamente do Brasil. Mas tanto um como o outro, não adianta, não consigo me familiarizar de jeito nenhum. Já comentei sobre a minha formação musical em outras ocasiões mas não custa nada repetir: gosto de rock e seus derivados.
Alguns amigos meus dizem que os artistas clássicos dessa fase dourada do samba são excelentes, principalmente quando citamos Cartola e Bezerra da Silva. Confesso que respeito o Bezerra, mas não posso dizer que gosto do som do véio. É uma ótima trilha sonora para um churrasco na laje, e paremos por aí. Certo?
Ao meu ver, samba nada mais é que a alegria do povo sendo declamada em uma roda de violão e umas gostosas rebolando. Só que o samba nem sempre vive dessa alegria, as vezes ele debocha ou chora. Quando debocha, estilo Bezerra, fica divertido com várias pessoas e regado a muita cerveja. Mas já quando ele chora, é uma dor de corno foda que não tem pé de cana que resolva. Normalmente ele me incomoda, mas aí ele passa do meu limite.
Nestes últimos dias baixei um disco de “Melhores do Bezerra da Silva” mais os 2 primeiros discos do Cartola, só que foi mais uma vez a toa. Não que esteja me forçando a gostar de samba, claro que não, mas deu vontade de escutar depois de ter visto o Marcelo Adnet cantar no 15 Minutos. Eu sei, já comecei mal, mas foi um “lapso de vontade sambal”, se é que posso chamar assim.. Não sei.
Pessoas que gostam de samba de verdade, destas décadas clássicas aí, já gostando bastante de um outro estilo é como a Lei do Sonic Youth: é muito mais fácil e cômodo alguém simpatizar ou dizer que gosta do que ir contra a grandes lendas da música. As vezes dizem que gostam só pra ter um status a mais.
Pra mim, a melhor música de samba é a do Corvo, não tem. É a melhor. E sobre bossa nova? Nah, não vou comentar. Pelo menos não neste post.
Estava eu esses dias navegando por esse imenso mundo digital que é a internet até que me deparo com um post escrito pela Ju. Lá ela comentava por cima a vantagem de ser um publicitário e poder escolher a sua própria roupa para ir trabalhar, não precisando ir uniformizado.
Lendo o post dela me deu vontade de fazer um sobre Top 5 Vantagens Em Ser Publicitário. Não existem apenas 5 bons motivos para exercer essa profissão, lógico que tem mais coisa por trás (UUUUUUIIII), mas separei as 5 melhores coisas do dia-dia da profissão. Vamos ao Top 5:
5- Estar Sempre Conectado
Não são todas as profissões que utilizam o pc como ferramenta de trabalho. E das que usam, nem todas são bem-vindas a comunicação de redes pessoais no local de trabalho. Hoje temos muita coisa acontecendo ao redor do mundo que não pode simplesmente deixar de lado, ainda mais numa área de comunicação.
Estar conectado também agiliza muito na hora de receber uma informação. Qualquer blog ou portal, por exemplo, é muito mais fácil divulgar uma notícia do que na televisão ou outro tipo de midia. Quem deixa de lado esse invento, só tende a perder com isso. Ainda mais depois a invenção do feed. (Assine o Feed agora!)
4- Roupas
Roupas é uma espécie de bônus nessa profissão. Como qualquer outro curso da comunicação, um publicitário também precisa ter uma boa aparência, e sobre tudo, ter um bom visual. Se você não é sem noção, pode muito bem adotar qualquer estilo sem preconceito algum: mod, indie, brit pop, punk, rock, “dus mano”.
Aqui não interessa muito o que ou como vestir, mas sim utilizar a roupa que você se sinta bem. Claro que também não precisa ir com “uns panos da hora” visitar ou almoçar com um cliente. Bom senso minha gente, como pra tudo, né?
3- Ser Tranquilo
Normalmente, publicitários são pessoas calmas. Trabalham sim com prazos, metas, negociações, stress, mas no geral são calmos. Talvez seja por causa do espírito da agência, por estar envolvido com cultura, gostar de arte, não sei. A coisa vai por aí.
O que sei é que isso é muito bom. Trabalhar com pessoas que sabem respirar e não cobrar apenas coisas idiotas, creio ser muito bom. Quando estiver trabalhando em uma agência de verdade, comunico por aqui como isso funciona.
2- Criar
Todo publicitário cria. E quando cria só surge uma única palavra para isso tudo: brainstorm. Por causa desta tempestade cerebral, onde tudo é válido e pensado antes de ser levado a uma peneira, o cara cria e pensa bastante. Pelo menos, deveria. Esse é mais um diferencial das outras profissões: lidar com uma criação.
Na maioria das vezes não é nada sensacional e revolucionário, e sim, mais um outdoor, banner na web ou campanha. Aí está o diferencial de profissionais: ter preguiça de pensar algo novo e sempre repetir a mesma coisa. Estamos falando da área de criação, não? Então vamos colocar essa cabeça pra funcionar!
1- Planejar
Assim como na criação, é preciso fazer a velha e querida brainstorm. Aqui é onde a maioria das pessoas não atribui ao profissional de comunicação o planejamento, pois está mais do que manjado e datado que publicitário é sinônimo de criação.
Mas é aí onde tu sabes que a campanha de tal cliente está ou não funcionando. Os objetivos estão batendo? A monitoração está certa? Atingiu realmente o público alvo? Metas estão sendo batidas? Até agora, ao meu ver, essa área está despertando meu maior interesse que a outra.
Criar? Bacana. Planejar? Massa pacas! Se alguém me perguntar que ênfase farei, hoje, responderia que é em marketing. E por quê? Simples, fico maluco ao monitorar e pensar em estratégias de como fazer esse blog crescer. E de fevereiro pra cá, tenho conseguido algumas coisas já.
E outra, a palavra que aprendi o ano passado foi justo essa: planejamento.

Dae gurizada medonha! Continuamos seguindo o baile com mais um podcast da vaca digitalizada. Mais uma vez ao lado da Mari e do Marcus fazendo esse programa super empolgante e envolvente. Mas hoje, temos a primeira participação especial no programa: nada mais, nada menos, que ela, Ana Freitas do Olhômetro .COM!
Neste cast comentamos sobre quais são as nossas melhores 3 bandas de todos os tempos. Antes disso, damos uma pincelada em como cada um começou a escutar essas bandas e o porquê. A essência continua a mesma: tamô junto e misturado!
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A Mari esses dias fez um post sobre animes no Brasil que me fez correr atrás de aberturas de desenhos que gostava. Assim como os próprios desenhos que marcaram época, a abertura deles também era algo sensacional. Pelo menos pra mim.
Pra encerrar essa semana de Dia das Crianças aí vai um Top 10 (Top 5×2 = 10, sacaram?!) Aberturas de Desenhos da Infância. Momento super, mas super nostálgico e individual, mas foi necessário. Ou não, comentem depois.
Fantástico Mundo de Bob
Esse moleque aprontava as maiores confusões eu seu mundo único e individual. Foi um dos primeiros traçados de desenhos cabeçudos, pézudos e mãozudos que vi. Gostei de primeira.
Pole Position
Como não lembrar de Dan, Rodão, Wills e Tess? Não tem como, marcaram época mesmo na posterior. Apesar de ser um desenho dos anos 80, vi muito ao longo dos anos 90 graças as insistentes reprises do SBT. Era mais um desenho futurista e com alta tecnologia produzido há 2 décadas anteriores.
Fly
Demorei pra gostar de desenhos do tipo rpg e seus derivados e com este não foi muito diferente. Achava muito maluco ele ser um guri (um pouco de mago e muito de herói) com um avô que era tipo uma geléia geleia falante. Mas como Dragon Ball passava aos sábados de manhã no Sábado Animado e Fly antes, acabei por gostar do desenho.
Ducktales
Quem não viu durante a infância? Poxa, vários clássicos: Tio Patinhas, sobrinhos do Donald, Professor Pardal, Irmãos Metralhas. Acho que a Disney de verdade só me pegou com este universo, quando existia um mundo ali dentro e eles podiam ou não interagir um com o outro. E depois com Moisés e Caminho Para El Dorado, mas isso é outro Top 5.
Cavaleiros dos Zodíaco
Dispensa apresentações, apenas segue uma regra: nunca assista esse desenho depois de velho, irá detestar. Apesar de não ter história alguma, lógica ou animação, na época, final de 80 e início de 90, era sensacional. Um dos primeiros desenhos que vi que continuava, existia uma saga. Não tinha aquela obrigação em começar e terminar uma história no mesmo episódio.
Inspetor Bugiganga
Como ficava irritado quando repitia o episódio. E poxa, sempre repetia o episódio. Se não fosse o das lhamas era aquele que tentavam pegar o Garra, lembra? O SBT apresentava coisas novas mas repetia muita coisa também…
A Nossa Turma
Taí um desenho que nunca gostei nem entendi. Seria uma tentativa fracassada de reinventar Looney Tunes? Não sei, talvez. Mas nunca me esqueci do nome nem da música de abertura.
Pica-Pau
Tirando essa última versão de Pica-Pau, o resto era muito bom. Principalmente, episódios mais antigos quando ele era mais maluco e pirado que o normal. Era um tremendo de um filha da puta e não importava com quem, trapaceava e enganava qualquer um. Tipo o Didi n’Os Trapalhões. Tipo.
Dragon Ball
Quem não conhece deve assistir agora. Este desenho possui 3 grandes fases e uma é melhor que a outra. A primeira, esta da abertura que separei, em especial é a mais significativa pra mim. Fui apresentado a um mundo muito doido, em partes reais e em outras fictícias. Pode tanto ser visto por criança como adolescente, aí está uma das genialidades ao meu ver. Além de histórias viciantes e personagens cativantes, claro.
Thundercats
Uma das aberturas mais bem criadas de todas que já vi: combina uma música que te chama para assistir ao desenho junto com uma edição de imagens que representa a mesma coisa. Lembro que em tempos de DirecTV, isso lá em 1999, eu acordava mais cedo só pra olhar os desenhos exibidos pela Warner Channel as 6h30 da manhã. Sim, pra mim é o melhor desenho dos anos 80 disparado.
Existem mais aberturas que marcaram época, claro. Tentei fazer um compacto em um Top 10 mas ainda ficou muita coisa de fora. Portanto, fiz mais uma listinha de 10 aberturas que marcaram época só para complementar o post. Fiquei devendo em algo? Não sei, espero que não. Me contaí depois, se esqueci, beleza? Beijos, me liguem!!
Lista complementar de aberturas de desenhos: