Já bebeu seu leite hoje?!
Estava eu mexendo em algumas gavetas daqui de casa, por causa da “grande mudança”, até que me deparo com algo que nem lembrava mais que havia guardado: o canhoto do cancelamento do curso de direito. É, um dia já pensei em fazer direito. Caramba, já fazem 2 anos isso… Tempo passa.
Canhoto do cancelamento de curso
Em primeiro momento, foi uma idéia excelente. Uma profissão que pode ser sensacional e também te ajudar a ser uma pessoa melhor nesse mundo. Ou se preferir ser alguém como o Doutor House, há espaço para isso todos nesse mundo. Chama-se equilíbrio do universo.
Sempre gostei de discutir, conversar, aprender, ser útil para algumas pessoas, por aí. Com esse tipo de profissão você precisa ser esperto, atributo que também acredito possuir. Até aí tudo bem, tudo certo. O problema foi ter estagiado tão cedo. Na verdade, isso foi a solução para os meus problemas.
Consegui um estágio em um escritório local. Lugar bom, bem localizado e bem movimentado. A rotina do lugar, junto com a análise de um mercado pós graduação, me fez projetar um futuro que de nada gostei. Pra falar a verdade, detestei. Top 5 que mais pesaram na decisão:
Por essas e outras, acabei pedindo o cancelamento da graduação e creio que fiz o melhor pra mim. Hoje, estudo comunicação social e especificamente o curso de publicidade e propaganda. Me sinto bem fazendo o que faço, mas ainda não estagiei, então…
O que poucos sabem é que nesse dia, voltando para a casa e pensando no que havia acabado de assinar, quase fui assaltado e tive de correr do diabo satanas beuzebú cachorro. Tudo bem se fosse apenas isso, mas ainda tinha de comunicar oficialmente em casa: eu cancelei o curso. Aí a porca torceria o rabo, imaginei.
Meus pais não gostaram muito da idéia naquela noite mas entenderam pois argumentei bem sobre a desistência da carreira. Já havia comentado que iria cancelar, então não foi tão complicado. Só acharam que tomei a decisão muito cedo, poderia ter ficado mais um pouco já que tinha um estágio. E sobre o novo curso, o novo curso eu escolhi por outros atributos, coisas que servirão para um outro post.
Espero que meu trabalho, daqui um tempo, seja algo ligado com marketing online. Vou encaminhar as coisas para que isso aconteça. Não pretendo só ficar no Corel e Photoshop da vida, publicidade é mais que isso. E, além do mais, planejamento é uma palavra muito bonita, não achas?!
Hoje é o dia de ser gaúcho. Claro que não só hoje, todo dia é dia, eu sei. Mas neste sábado, alguns rituais não podem faltar: tomar um mate, assar um bom churrasco, se entupir de Polar, andar a cavalo, tocar violão de bombacha… Não interessa o que fazer, o importante é celebrar.
Além de aqui ser um ótimo lugar para se viver, acho que temos o melhor hino de todos. Sério, desculpem os patriotas ou amigos americanos e franceses, o nosso hino é o melhor. Tanto em melodia quanto em letra. Principalmente, em letra.
Sempre que a canção toca em algum canto faço questão de acompanhá-la, vontade que não tenho quando escudo o hino nacional, por exemplo. Enfim, canções a parte, aqui vai um trecho dele cantado pelos nossos queridos Bagre, Ernesto Fagundes, Elton Saldanha e Neto Fagundes.
Hino do Rio Grande do Sul
Segue a letra para quem estiver um pouco enferrujado:
Como aurora precursora
Do farol da divindade
Foi o vinte de setembro
O precursor da liberdade
Mostremos valor constância
Nesta ímpia injusta guerra
Sirvam nossas façanhas
De modelo a toda terra
De modelo a toda terra
Sirvam nossas façanhas
De modelo a toda terra
Mas não basta pra ser livre
Ser forte, aguerrido e bravo
Povo que não tem virtude
Acaba por ser escravo
Mostremos valor constância
Nesta ímpia injusta guerra
Sirvam nossas façanhas
De modelo a toda terra
De modelo a toda terra
Sirvam nossas façanhas
De modelo a toda terra
Ah, e sobre aquele papo de sermos considerados separatistas idiotas é a mais pura bobagem… Não somos idiotas!! ![]()
Vou começar esse post deixando uma coisa clara: todo ser humano é um imbecil até que se prove ao contrário. Mais dia ou menos dia, você acabará por utilizar a bebida como um elixir de coragem para fazer determinadas coisas que sóbrio você não faria. E ela, a bebida, pode ser usada como um catalisador tanto para o bem quanto para o mal. Se duvida, pergunte para seu melhor amigo (UUUUUUUIIIII) ou seu pai, eles já devem ter feito algo do tipo.
Era uma vez eu, numa galáxia não muito distante, tive uma primeira namorada. Massa. Ela vinha na minha casa, eu ia na casa dela, saímos de mãos dadas, nos agarrávamos por aí, era legal. Mas tudo tem uma hora para acabar, só não imaginei que fosse assim tão direto.
Um dia ela veio na minha casa, ficou tempo comigo, comemos pipoca, olhamos filmes e disse uma frase que nunca mais vou esquecer: “Tenho uma coisa pra te falar, só não fica zangado… Eu beijei outro cara, DESCULPA! Foi numa festa que fui com a Bel em PoA!” Bem, acho que não foi bem isso que acabei escutando pois depois das palavras “beijei”, “outro” e “cara” na mesma frase acabei não escutando mais.
Como recebi a noticia?! Ah, das melhores maneiras possíveis, certo?! Flashs passavam em minha cabeça como na vida de Rob Gordon:
Pois é, não tive como continuar o namoro assim. Não dava mais pra confiar. Então, para desestressar toda essa “carga negativa” que estava dentro de mim, resolvi ir a uma festa com bebida liberada e pegar alguma guria lá dentro. Sim, pegar, havia acabado de terminar um namoro, que mais podia fazer?!
Detalhe: a festa era em uma casa totalmente liberada em um bairro próximo ao centro, sem a presença de adultos ou pessoas civilizadas. Chegando no portão de grade, fui informado que para entrar custaria 10 pila + um copo de cachaça (esse grátis, um convite para a festa). Pensei pra mim: “caralho, isso vai dá merda”. Aceitei na hora, entreguei os 10 pilas para o porteiro, tomei meu copo de cana em um gole só e fui esperar meu parceiro dentro da festa.
A primeira impressão já foi ótima. Uma grande sala, com apenas uma mesa e um sofá de 2 lugares, anexada a uma cozinha recepcionava o pessoal. Num canto tinha um disque jóquei nas “puck ups”, no outro um cara espremendo limão com a mão em uma bambona de água vazia entre suas pernas para fazer caipirinha de 20 litros. Cumprimentei o pessoal (yep!) e me dirigi ao outro cômodo, onde havia uma garagem e também uma mesa de bilhar.
Eu não gosto de garagens nem de jogar bilhar e foi aí onde comecei a beber. Nossa, bebi pra cacete naquela noite. Tá certo que só existia caipirinha e cerveja no local, mas foi uma quantia considerável naquela noite. Uma daquelas primeiras que tomamos para calibrar, saca?! Primeiras misturas… Não lembra?! hehehe
Após altas horas dentro da festa e cabaleando atrás de alguma guria interessante lá dentro, apareceu ela: a deusa. Também era conhecida por muitos caras da região como A Lenda. Quando avistei a garota ela brilhava e o tempo parou. Pra mim, era uma linda mulher. Eu tinha 17 anos e ela 22. Uma diferença considerável pois qual é a mulher de 22 anos que vai dar bola para um piá de 17?! Sóbria, acho que nenhuma.
Não me considero um cara feio. Sei que não sirvo para ser um Brad Pitt ou George Clooney, já aprendi essa lição também, só que mesmo com esse desafio e minha cara de guri resolvi falar com ela. Aí viriam horas e horas de negociação, conversa fiada e mais trago.
Ficamos nessa paquerinha adolescente até ela comunicar que estava indo embora. Então, aí caiu a minha ficha: se não for agora espartano, nunca será! E com muita cara de pau e encorajado pelo elixir da cevada e da cana, acompanhei a donzela até o carro. Nesse instante, ela em minha cabeça desfilava ao caminhar. Também me dava muita bola.
Entrou no veículo e baixou o vidro. Se eu escrever qualquer coisa aqui sobre esse último diálogo posso ser interpretado de forma caluniosa. Cansado de toda essa ladainha resolvi partir para a ação: segurei ela pela nuca e taquei um beijo muito foda nela. Depois disso, foi embora e fiquei com um belo sorriso de Coringa estampado na cara. Pelo menos, até o resto daquela madrugada gelada.
Nunca veio a se tornar uma namorada. Nem tinha como, as cabeças eram distintas demais. Sei que tiveram outros encontros, inclusive um (outro dia) dentro do carro dela ao som de Heroin do Velvet, outra ocasião que nunca me esquecerei. Grandes momentos.
E ao contrário do que você está pensando, ela não era nada feia nem baranga, era linda mesmo. Me lembrava bastante os bons tempos da Jennifer Aniston. Quem conheceu sabe do que falo, tratava-se sim de uma lenda legítima:
Uh-lah-lah… Tão boa quanto.
O primeiro dia em que você fica com uma mulher mais velha, você nunca esquece. Nunca. Mas para concorrer a promoção do Jovas eu precisava de uma ocasião também constrangedora, e aí vai. Tá pronto?! OK, tirem as crianças da sala…
Na volta dessa mesma festa, fui a pé com mais 2 amigos para o centro da cidade ver se algum bar ainda se encontrava aberto. Foi nesse trajeto, onde 1 desses amigos começou a falar sobre uma história que me deixou muito constrangido e ao mesmo tempo pensando “WHAT THE HEEL, MAN?!?! WHY ME?!?!” (Posso confirmar a vericidade dos fatos, tenho testemunhas ainda vivas)
Durante a caminhada, eu já recuperado da bebedeira, ia para o centro com meus 2 amigos e uma conversa teve início:
Eu: Bah, peguei a ********!!
Amigo 1: Aham, pior que eu vi e te ajudei com a amiga dela… Mas foda hein!
Amigo 2: Aham, vi também, massa.
Eu: E beija bem pacas… hehe.
Amigo 1: Hehehe.
Amigo 2: …eu um dia, na tua idade, resolvi experimentar novas sensações…
Eu: O que, pegou mais de uma lenda ao mesmo tempo?!
Amigo 1: Ele, Amigo 2?! Juuuura… hehehe.
Amigo 2: Sério, vocês não sabem porque são preconceituosos e também nem querem saber de experimentar coisas novas. Eu um dia já dei o toba… É bom. E hoje em dia, as pessoas tem que ser mais mente aberta, estamos em pleno século 21…
(Aí se deu um silêncio e junto com meu amigo número 1 trocamos olhares que diziam telepaticamente: viado, viado , viaaaaaaado!! Ele deu o TOOOOOOOBA, CARAAAAAALHOOOO!!)
Pela narração não parece, mas nessa parte da conversa surgiu uma puta situação constrangedora. O cara não deve se lembrar de nada da conversa pois se encontrava acima da estratosfera por causa da bebida. Não sei qual é a melhor situação pra se contar isso, mas numa caminhada indo para o centro de madrugada NÃO É!! Não posso mais fazer o trajeto caminhando que me lembro da ocasião…
Ele queria porque queria nos contar a história, então começamos a conversar com ele “sério” e deixar com que se enrolasse no próprio conto, aí depois virou palhaçada e encerramos o assunto. Essa noite foi memorável para muita gente. Muito engraçada também. De certo, vem daí aquela história de que toba de bêbado não tem dono.
Moral da história: não use a bebida como um catalisador ou confessionário, pode contar mais do que queira. Use ela como um elixir de coragem, muito melhor, assim como eu fiz.
Post escrito para a promoção Conte a SUA história do Recomendo, Com Cerveja. Quer concorrer a um livro Cotidiano do Charles Bukowski também?! Veja o regulamento no site e faça já a sua história. Divulgue.

Confesso, tenho uma enorme dificuldade em saber o que devo ou não comprar quando vou a um super mercado. Mesmo com uma lista improvisada, é difícil resistir aos corredores coloridos.
Uma das primeiras regras seria não comprar nada além do que se está escrito na lista. Mas como resistir a tantas promoções, prateleiras e produtos novos do estabelecimento?! Não sei.
Como agora estou morando sozinho, posso me dar ao luxo de fazer uma lista exclusivamente minha e jogar com o que quero ou não pra mim, dentro do valor que acho “aceitável” gastar com comida. Sei que preciso comer bem e me alimentar todos os dias, mas comida é comida.
Alguns passos devem ser seguidos para uma boa lista ser feita, são eles:
Sabendo disso, está pronto para seguir a preparação de lista que fiz pra mim nestes últimos dias. Vamos a um exemplo. (Serve bem para uma pessoa ou casal, para uma família não deve funcionar tão bem assim)
EX.: Pegue o valor que você pretende gastar com as compras do mês. Agora, atribua um valor (que você ache interessante), dentro do valor total, do quanto você gastaria com um único produto. Faça duas listas: do que você gosta e do que precisa ter em sua casa. Sabendo o valor a ser gasto com um único produto, compare as duas listas já feitas e faça uma nova com um número de itens X que deve ser comprado e com o valor que pretende gastar com cada produto.
Parece complicado, mas é muito simples e ajuda pra caramba na hora de fazer as compras. Além de não te deixar estourar o orçamento nem perder tempo escolhendo produtos pois já sabe o que vai comprar e a quantidade. O grande “pulo do gato” é saber dividir o valor que tens com o número de produtos que pretende comprar, atribuindo um valor máximo para o item. Se é “aceitável” comprar 20 reais em Coca-Cola e também uma prioridade, compre. Assim como outros produtos.
Nunca ultrapasse o valor que deseja gastar. Nem “comprando só mais um” ou “comprando algo novo”, se isso for realmente importante, substitua o produto antigo pelo novo ou jogue com os valores dos itens para comprar “mais um” que queira.
¹ Sempre respeitando o item 2, já que você será mais feliz em comprar 1 único barril de Heineken pro mês do que dezenas de latas de Kaiser ou Antártica, por exemplo.
Algumas vezes, nós nos decepcionamos com pessoas ao longo da vida. Não sou tão vivido assim, pois tenho apenas 22 anos e não me considero (ainda) um “imenso poço de sabedoria”, mas já vivi o bastante para saber disso.
Seres humanos também se revelam com maudade. Esse ato pode se manifestar através de uma traição, por exemplo, ou por um ato de covardia. Partindo daí, sabendo que pessoas podem trair e que também podem ser más, gostaria de propor uma campanha para todas elas: para facilitar, todos com este perfil deveriam usar algum tipo de acessório maléfico.
Mas aí você me pergunta: “Mas que diabos é um acessório maléfico?!”. Ué, qualquer coisa que um vilão como estes usaria:




Se todas as pessoas que são más usassem algum tipo de acessório como estes (tapa-olho, cicatriz, capa), tudo seria muito mais fácil no dia-a-dia. Provavelmente, continuaríamos a nos decepcionar com esse tipo de pessoa, mas ao menos poderíamos dizer frases como estas:
Se alguém quiser sugerir novas frases, até anexo ao post. Mas precisam ser boas, olha lá. Por sua conta em risco…