Já bebeu seu leite hoje?!
Demorou um pouco para os caras acertarem um joguinho bacana a ser “jogado”. Os mesmos desenvolvedores do Dino Parc e My Mini City fizeram agora um jogo de lutinha chamado La Brute, onde ganha aquele que não perde e se diverte aquele que não é bundão. E eu fiz o consagrado Bob Léo, melhor lutador do La Brute de São Leopoldo:
Não precisa de nada, cadastro, email, na-da. Só precisa dar um nome e começar a pancadaria. Se depois, posteriormente, quiser registrar o ogrinho, só precisará de uma senha. Isso mesmo, simples assim. Sejam seguidores do Bob Léo e serão ótimos mestres, domô arigatô.
E aí, alguém aceita desafio?! “HERE COMES A NEW CHALLENGER!!”
Fonte: Melhores do Mundo
Segundo pesquisa do instituto Pew internet & American Life Project entre novembro de 2007 e fevereiro de 2008, descobriu-se que 99% dos guris com idades entre 12 e 17 anos, e 94% das gurias, gostam de videogames. E tem mais, comentam que faz bem jogar um bom videogame:
“Os videogames são sociais -a maioria dos adolescentes joga com outros pelo menos parte do tempo- e podem incorporar muitos aspectos da vida cívica e política”, afirmaram os responsáveis do estudo no site do Pew internet & American Life Project.
Viu só? Sinceramente, hoje não tem mais como ficar sem jogar nada. Além de ter um leque de jogos imensos e divertidos, te ajudam sim com raciocínio lógico e aprender um outro idioma, por exemplo. Para o resto do mundo né, pois nos EUA até os mendigos e bebês falam inglês, então…
Video que comprova exatamente o que estou dizendo neste post.
Fonte: Terra Games
Aí está a capa do novo jogo do robô azul que gostamos tanto. Além de uma caixa normal de dvd, o jogo trará um “cartucho de NES” como segunda caixa. “A Arte” ficou bem massa, muito próximo das antigas fitas de 8 bits.

O jogo será lançado apenas para consoles da terceira geração. Mas não PSP nem NINTENDO DS. Pena, iria vender como água.
Fonte: Terra Games
Há momentos em nossas vidas em que precisamos decidir para que lado seguir, com quem se casar, se devemos ou não matar alguém ou simplesmente ter um perdedor. Normalmente, para isso usamos uma moeda, roleta, tiramos no palito, jogamos par ou ímpar ou jogamos o famoso joquempô (no japonês, janken-pon).
Então, seguindo essa idéia do jogo da pedra, papél e tesoura, apresento a vocês outro jogo tão divertido quanto o já jogado: barata, pé e bomba nuclear.

Barata

Pé

Bomba Nuclear
A lógica é a mesma, os símbolos foram trocados só para deixar a disputa mais interessante. É hiper simples de ser jogado, até uma criança consegue. Qualquer partida possui apenas 4 regras básicas:




Captou?! Agora é só se divertir com seu melhor amigo ou sua namorada. Não esquece de um detalhe muito importante: a bomba nuclear não ganha da barata. Ok?! Ok.

Começou ontem o grande evento da celebração dos jogos olímpicos. Pois bem, como todos sabem, a origem do evento se deu em Atenas, na Grécia, por volta de 2.500 A.C. Isso já deixou de ser uma novidade, o que muita gente ainda não sabe é que da “era roots” pouco sobrou, apenas o nome e a idéia de se reunir e praticar esportes.
A abertura ontem foi sensacional, principalmente, a parte final dela. Como o Cab já disse, depois do desfile chato e sem graça dos atletas, a China inovou e humilhou todas as outras aberturas de olimpíadas já realizadas. Foi brilhante, com um orçamento próximo de um filme de hollywood, Pequim não decepcionou. Nos fez sonhar com um homem voando, como em “O Tigre e o Dragão”, e ao fundo um pergaminho sendo desenrolado em sua corrida aérea. (Hmm?)
Até dia 24 de agosto, atletas de todos os continentes disputarão medalhas para saber quem é o melhor no esporte que pratica. Não me venha com essa que “o importante é competir”, talvez pra nós sim, meros mortais, mas para os atletas não é não. O que tiver pra dar uma vantagem aqui ou ali, tá valendo. Pode ver pelo número de boletas que o pessoal toma durante a concentração ou pegar o exemplo dos nadadores: mais nenhum deles nadam de sunga, todos (dos que eu vi) usam aquele “maiô masculino” (UUUUUUIIIII) para deslizar melhor na água.
O que me deixa pouco indignado, assim como o pessoal do Jovem Nerd, é ter jogos (nem pode se dizer que são esportes) nas olimpíadas sem a mínima graça de assistir. Jogos como tênis de mesa, arremesso de peso, tiro ao alvo, badminton, arco-e-flecha, alterofilismo, hóquei na grama, enfim!!
Se o que vale é ser um jogo competitivo, então bem que alguns destes citados por mim poderiam ser trocados por jogos como: Magic: The Gathering, Call of Duty 4, Winning Eleven (PES), Street Fighter IV, algum simulador de corrida como Gran Turismo 5… Ou será que não?! Alguns destes jogos já possuem campeonatos mundiais, por que não oficializar de uma vez? Estamos no século XXI, algum jogo virtual poderiamos ter nas olimpíadas.
Este ano os jogos vão marcar por ser os primeiros da “era da internet”. Realmente, hoje, o pessoal no twitter tá comentando sobre o evento e muitos blogs também já começaram seus trabalhos. E pra quem não é millionaire, o site do Terra está transmitindo jogos ao vivo e de grátis via internet, só sintonizar o que queres assistir. E se não tiver passando nada, dá pra assistir uma avenida que passa carros. Ou não.