Cinema

Drive, o filme de ação do ano

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Drive, o filme

Drive, o filme

Drive, o filme

Olha, não lembro da última vez que me empolguei com um filme. Mentira, lembro sim: foi Homem de Ferro. Quando vi o Sr. Tony Stark voando com seu traje de lá pra cá eu saí do cinema afim de fazer o mesmo nos céus de São Leopoldo. Aconteceu também ao querer ser um vigilante após assistir Batman Cavaleiro das Trevas.

Quando você assiste um excelente filme de ação no cinema, com cenas precisamente bem pensadas, tudo milimetricamente bem captado, impossível não se empolgar com o resultado. Então, eis que no final de semana passado, assisti ao filme Drive. A primeira impressão que tive do trailer é que seria algo muito próximo ao jogo GTA na telona. Foi como ver o trailer de qualquer filme da Rockstar. Sem exageros.

A história é conta a vida de um dublê de carros que, uma vez que outra, acaba sendo contratado para fazer uns “trabalhinhos sujos” que não é da sua conta por ái. Um destes serviços é dar fuga de carro para assaltantes. Coisas simples.

No trailer me chamou a atenção da fusão audiovisual entre a música clássica com cenas de ação. A cor dele junto com algumas referências, catapultam o filme para uma atmosfera de uma cidade urbana muito corrupta.

A trilha sonora do filme é outra obra a parte. Uma das primeiras músicas que aparecem no filme chama-se Nightcall, com participação especial da LoveFoxxx, do CSS.

Drive já tornou-se referência de filme cult de ação. Assim como os do Tarantino, sabe? E assim começa a nova década para os filmes de ação…

O segredo e referências do Kill Bill Vol. 1

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Que Quentin Tarantino passava as tardes assistindo a filmes de kung fu e western, isso não é nenhuma novidade. Novidade está no video a seguir mostrando de onde ele buscou elementos para compor cenas de luta e cenários em Kill Bill Volume 1.

Não vejo o video como cópia a outros filmes. Os elementos estavam ali, qualquer um pode se inspirar em certos filmes para melhorar sua obra. Tarantino juntou muitos elementos de vários filmes para agregar ao seu.

Mas todo mundo sabe que o diretor manda bem mesmo é nos diálogos sem sentidos…

Como ninguém havia filmado isso antes? Genial.

EF: Live the Language

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Simplicidade em como abordar o assunto idioma em um filme curto. Note a genialidade dos vídeos.

Paris

Barcelona

Londres

Beijing

Gosto muito de filmes com este colorido de sol. Fica sempre muito bom. Muito bom.

Social Network: o filme do Facebook

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A vida de Mark Zuckerberg tornou-se filme, pelo menos uma parte dela sim. Ele é o grande cara que está por trás da rede digital chamada Facebook que ganhou inúmeros seguidores e posição no mercado. Assisti ao filme The Social Network: A Rede Social.

The Social Network Poster

O mundo era outro. A rede social da época era o mIRC local, de cidades. Nos tempos pré internet rápida, tínhamos basicamente o final de semana para navegar pela internet. Recordando sobre este mundo, lembra de como era a sua interação com o computador? Com a internet? Com blogs? Eles já existiam naquela época, mas nada como esta blogosfera em expansão de hoje. Sendo focado no universo dos diários, não copiávamos ainda blogs gringos naquela época.

Nem todo mundo tinha blog em 2003. Lembro que comecei meu primeiro blog justamente neste ano por causa de aulas de informática. Eu não finalizei o curso e o blog veio a falecer meses mais tarde. Enchi o saco de atualizar meu diário virtual. Rendeu boas risadas, mas ficou por aí. Trimestres depois, criei um outro que acabou morrendo por volta de meados de 2005. O primeiro não morreu em vão pois serviu para começar um grande blog, hoje com mais de 7 anos, chamado Grande Abóbora, o blog do meu irmão.

Voltando um pouco para 2003, o interessante era blogar por blogar. Apenas o fato de você ter um blog para contar sobre como foi a aula de hoje, desabafar do dia de cão ou publicar piadas de tiozão era genial. Mesmo apenas sendo uma idéia de diário. Mesmo sendo só isso. Era genial pois você parava para elaborar um texto, fazia imagens, saia para festas ou atualizava ele da sua maneira. Era seu. Um produto cultural produzido através do seu intelecto.

Os blogs não se resumiam apenas a replicar ou copiar conteúdos. Você absorvia cultura e replicava a sua opinião em forma de resenha, normalmente. Não existia o “Blog como Negócio”. Estava muito longe disso.

Sinto falta de blogs originais, com conteúdo próprio. Conteúdo com uma história de alguém contando como foi seu primeiro semestre na universidade, por exemplo. Experiência de vida. Blogs pessoais como um dia este daqui já foi.

Ah, e sobre o filme? Bom, você já deve ter lido algumas resenhas sobre ele antes de parar por aqui. O que você precisa saber sobre ele é que ele te inspira a fazer algo novo. Você ao assistir tem vontade de fazer um curso de computação para programar a sua própria rede social.

No final da película você vai descobrir que o final é muito fraco. Mas pode ficar tranquilo, nada suficientemente tosco para estragar o que foi contado antes disso. Apenas terminaram daquele jeito justamente para ter um final. Porque se o filme terminasse quase sem final como Onde os Fracos Não Tem Vez, pessoal ia cair em cima reclamando. Se você está afim de ler uma boa crítica do filme, clique aqui.

Assista ao filme que vale a pena. Recomendo.

Street Fighter: Ken vs Ryu

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As vezes roteiristas e diretores, principalmente o pessoal de quadrinhos, deveria consultar fãs na hora de fazer um filme. Mais um vídeo feito por fãs que mata a pau qualquer filme já feito sobre Street Fighter até então. Dá uma olhada aí:

Sensacional. Abs a todos os envolvidos.

Primeiro filme de Alice no País das Maravilhas | 1903

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Nas vésperas da estreia de um dos maiores clássicos do cinema, mostro a você o primeiro filme de Alice no País das Maravilhas de 1903. O filme tem direção de Cecil Hepworth. Eu também nem tenho noção de quem é este cara aí, mas beleza.

O interessante é ver como a história está preservada neste clássico mesmo apesar das limitações da época. Trata-se de um dos primeiros filmes feitos da história. Anterior a A Viagem a Lua, Nosferatu e muito antes de Encouraçado Potenkim.

E também não precisa ter nenhum tipo de mega produção para poder fazer um filme.

Hoje é Dia da Marmota!

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Vamos dar um rápido pulo para o Wikipédia para pegar a definição e saber um pouco sobre a história:

O Dia da marmota é uma festa tradicional nos Estados Unidos da América e no Canadá, que se celebra no dia 2 de Fevereiro.

Segundo tradição, as pessoas devem observar uma toca de Marmota monax, se o animal sair da toca por estar nublado, isso significa que o inverno terminará mais cedo, porém, se pelo contrário, o sol estiver a brilhar e o animal se assustar com a sua sombra e voltar para a toca, então o inverno durará mais seis semanas.

Então, certa vez, pra contar essa história o Bill Murray já foi repórter de uma tv nos cinemas e reportou essa notícia. Isso lá na década de 80, só que vi apenas ontem. Bom pra caramba. A sinopse do filme é sobre um cara (Bill Murray) viver de um jeito arriado, debochado e despreocupado com todos que estão ao seu redor. Ele é insuportável.

E, justo no dia da marmota, dia 02 de fevereiro, algo acontece em sua vida. Bill passa a reviver sempre o mesmo dia por semanas. Sempre que ele acorda acaba vivendo o bendito dia 02 de fevereiro. O massa é ver sua reação com os fatos absurdos que vão ocorrendo ao longo do dia.

Na primeira semana, ele convive de maneira bacana, sem tirar muito sarro. Mas sua arriação e deboche aumenta cada dia que passa. A rotina sempre é acordar escutando Cher, conversar sobre o tempo com a empregada do hotel, negar esmola ao mendigo da esquina, conversar com um ex colega de classe, pisar numa poça de água com o pé esquerdo, fazer a matéria e arrumar uma mulher para passar a noite. A rotina se repete dia após dia por semanas. Dá pena. Ainda mais quando acorda com susto. Cena mais bacana de todas.

O filme é datado mas muito massa. O que esperar de Bill Murray do que umas belas risadas, não é? Isso é garantido.

Bill Murray putaço da vida com mais um dia repetido…