Já bebeu seu leite hoje?!

Existem vários motivos para uma pessoa racional não fumar. Pra mim, no mínimo existem 3 motivos gritantes para alguém não fumar. São eles:
Se você é desempregado, pobre ou miserável aí está um problema a ser enfrentado: como sustentar o vício? Cigarros não são baratos. Normalmente, custam mais que boas balas ou chicletes. Nada mais humilhante que não poder sustentar o vício, se for fumar de verdade, isso é o mínimo.
O cheiro das pessoas que fumam é muito forte e não muito agradável. Não é questão de frescura, é fedorento mesmo. As gurias até disfarçam pois evitam ficar segurando o cigarro entre os dedos e também usam perfumes, mas já os caras… Que se tomarem banho durante o dia é muito, esses não dão pra aguentar.
Preciso comentar? A fumaça dele, junto com todas as outras porcarias, te mata em longo prazo além de prejudicar o sistema respiratório desde o primeiro cigarro. Tem pólvora além de muitas outras coisas.
Então, pra que as pessoas gastam dinheiro com algo que deixa elas fedorentas e pode provocar a morte em longo prazo? Acho que ainda é questão de imagem, rebeldia, só pode ser. Eu sou a favor do cigarro apenas em tempos de guerra. Ajuda a ficar acordado, atento e a passar o tempo. Pode ser o melhor amigo de um soldado em uma trincheira.
(Se bem que hoje, trincheiras não existem mais…)

Antigamente, lá no tempo da Guerra do Paraguai ou até mesmo antes disso, era muito prático e uma mão na roda ter um escravo. Na verdade, eram outros tempos. Podia-se ter um escravo, o governo permitia tratar uma pessoa como uma mercadoria. Era simples: a única coisa que precisava era de um documento escrito, assinado pelo dono e reconhecido pelo governo que aquela pessoa era um escravo e pertencia a ti.
Quando comentei que era prático se ter um escravo, falo na parte do trabalho pesado. Trabalho braçal ninguém nunca quer fazer, sempre o gênero mais peão da palavra, aquele que serve apenas para executar tarefas e ordens. Era muito cômodo se ter vários escravos já que era importante produzir algo (já que a economia na época era praticamente agrícola) em suas terras.
Também era comum ter escravos dentro de sua casa, para cuidar de sua casa. Essas tarefas iam desde uma simples tarefa de limpar a casa até de cuidar de seus filhos, já que por sua vez, o dono da casa geralmente estava trabalhando e a mulher, que não fazia muita coisa, também não estava nem aí para a criação dos filhos. Em muitas casas as coisas continuam do mesmo jeito, só que em tempos modernos, sem mais escravos e sim empregadas/diaristas.
Em média um escravo vivia cerca de sua vida toda trabalhando na propriedade em que mora. Não precisava ser gasto com ele mais do que 1 ou 2 mudas de roupas ao longo de sua vida e o preço pago por 1 excravo, se não me engano e alguém pode me ajudar com isso se souber, era retirado em 2 ou 3 anos de serviços do próprio. Então, não era um negocião?!
Como o mercado era enorme a oferta também era imensa muita gente vendia escravos nessa época, negociava por trocas de mercadoria, comprava, enfim, faziam de tudo. Pra isso tinha de se cuidar todos os detalhes na hora, se tratando de uma mercadoria, a idéia nunca era perder dinheiro, sempre ganhar ou tirar um lucro em cima disso. E escravo pelo que sei nunca teve garantia ou devolução.
Então era muito importante cuidar de certas coisas:
Viu como não era muito fácil de escolher escravos, ainda mais que era comum a fuga e de seus afrontamentos? Tem de se avaliar todos estes atributos antes de se investir um bom dinheiro em troca de algum, vai por mim. Aqui vai um conselho para o convívio melhor com seu escravo em um futuro próximo ou não:
Lembre-se disso também: escravos vemos, costumes não sabemos.
Como se faz para descer 3 telhas de um prédio de 4 andares de forma rápida, eficiente e sem esforço algum?! Pra isso temos apenas 3 maneiras:
É, eu sei que você não iria acreditar em mim se eu apenas comentasse o ocorrido, por isso fiz questão de registrar.
*Repare que ele ainda olha para os lados e pra baixo, pra ver se não estava passando ninguém. Apenas uma palavra pra isso tudo: PE-RI-GRO.
Me iludiram, enganaram, me venderam lebre ao invés de coelho e garanto que riram da minha cara por isso. Calma, vou explicar.
Estou falando de signos zodiacais. Se você ainda não sabe, nasci no dia 23 de outubro. E o que é isso, qual signo pertence essa data?! O livro que me ensinou muitas coisas (num tempo muito, muito, muito distante, tempo esse até então sem internet) sobre a vida, mistérios, o universo e tudo mais, mas principalmente: sobre os signos.
Cansei de escutar coisas do tipo: “Qual teu signo? / Ah, sou de 23 de outubro, acho que escorpião. Por quê?! / Ai, escorpião…?! Vingativo, orgulho e frio… hehehe / WHATHELL?! Vai me dizer que tu acredita nessa bobagem?! / Ai, alguma coisa tem a ver né, nunca leu nada sobre o assunto?! É muito interessante. E funciona.”
Aí, neste exato momento, a pessoa já perdia os pontos comigo. Acreditar em signos pra que?! Escrevem esse tipo de coisa apenas porque existe um público que compra e aprecia, se não ninguém falaria nada. Assim como astrologia, se eu tivesse nascido no dia 31 de dezembro de 2000 seria destinado a uma vida tal, mas se nascesse no dia 1ª de janeiro de 2001, no novo século (UUUUUUUUUIII), teria outra vida?! ¿Por tu puta madre?
Querem explicar comportamento e “destino” de formas absurdas e idiotas. É a única maneira que o grande povo tem de entender, “aceitar” aquilo que é algo extraordinário e já está escrito?! A coisa não funciona desse jeito. Como eu sei? Olha, não posso confirmar, mas alguém deve ter começado com essa estória absurda aí pra provavelmente ganhar uma graninha ou só pra brincar com a cabeça do povo. Hoje em dia ainda tem crente sem informação, imagina séculos atrás.
Mas voltando ao assunto, depois de mais algumas perguntas como aquelas ali em cima cheguei a um conflito: o dia 23 de outubro pertence ao signo de libra ou escorpião?! De uns 2 ou 3 anos pra cá venho escutando que esta data é o último dia de libra e não o 1ª dia de escorpião como tinha na minha cabeça.
E aí veio a parte mais interessante: meu perfil mudou ao longo da minha vida, por uma simples falha de comunicação? Até pouco tempo atrás era apedrejado por ter um caráter vingativo, egoísta, frio, esquisito e todas essas bobagens. Hoje, quando falo que sou libriano o “pessoal entendedor do assunto” me “respeita” por ser uma pessoa equilibrada, calma, serena, pensativa e estrategista. Até ficam mais comunicativo, pode?! Então… Tá.
Mas me explica uma coisa, perfil de zodíaco dá pra explicar apenas olhando a imagem do animal ou coisa, não?! Tipo, se eu tivesse inventado o zodíaco de lagarto poderia descrever algo mais ou menos assim: uma pessoa fria, “pegajosa”, gosta de morar em lugares quentes, aprecia comer ovos de aves, também pode ser muito forte quando necessário e possui, geralmente, um comportamento afobado. (?) Isso nada mais é que a descrição de um lagarto. Só faltou dizer que pessoas assim podem nascer com pele verde e “desenhar” uma constelação no céu. Enfim.
Me espanta saber que esse tipo de bobagem pode ainda ser fluente nos dias de hoje. Tu faz o que tu quiser da tua vida e quem forma o caráter de alguém é a família e o lugar de origem da pessoa. Junto com algumas experiências de vida do cara, nada “está escrito nas estrelas”. Isso é só uma maneira fácil de compreender melhor as coisas e, principalmente, de aceitar fatos que acontecem na tua vida. Antigamente, o trovão/relâmpago era a fúria de algum deus. Tem que aprender a questionar as coisas.
Vou revelar o livro onde se encontra todo o meu conhecimento zodiacal, conhecimento de toda uma vida infantil: no Manual do Bruxo Merlin. Ele também ensina muita coisa sobre sorte, azar, sonhos e algumas mágicas e truques.


Como todos sabem eu tenho uma queda e um certo interesse por zumbis. Gosto do assunto tanto quanto gosto de vampiros, fantasmas, magia, rpg, etc.
Então, nessa semana estava lendo O Guia de Sobrevivência a Zumbis: Proteção total contra os mortos-vivos, de Max Brooks, e cheguei na parte onde ele cita e pergunta se o leitor está realmente de fato preparado para uma invasão de zumbis. A princípio, uma bobagem que qualquer um diria “sim, estou”, só que não é bem assim.
Normalmente, ninguém se preocuparia com uma insurreição de tipo 1. Entretanto, em insurreições de tipo 2, 3 ou 4 pode ser um tanto que complicado estar num lugar destes sem o mínimo de preparação. (Insurreição de Tipo 2 = +/- 100 zumbis)
Tá, mas daí tu me perguntas: “Hamilton, mas como saber se você está ou não protegido contra zumbis?! COMO?!” Calma, Brooks e eu te respondemos a partir de um simples questionário de 12 perguntinhas simples e muito eficazes em uma hora desta.
Pergunte a você, querido leitor, sempre com muita sinceridade, quais são as respostas para as seguintes perguntas:
Depois de refletir sobre todas as perguntas, só assim estará preparado. Na verdade mesmo, ninguém está preparado para enfrentar mais de 100 zumbis em uma residência, só que estas perguntas podem te ajudar e muito.
Resumindo, se caso alguém perceber que uma invasão está ocorrendo, prepare-se com armas, fique em casa, tente estocar o máximo de alimentos e o mais importante: crie uma rota de fuga, uma hora pode ser útil. Na hora que acabar a comida e as armas ou as balas delas. Nunca dispense uma boa arma branca, como machados longos e, se possível, consiga uma katana (espada japonesa).
“O tempo gasto para pensar com clareza nunca é tempo desperdiçado.”- Max Brooks