Já bebeu seu leite hoje?!
Eles não existem. Não de um jeito clássico pelo menos. Nada de naves super velozes, pistolas de raio laser e outros truques de tecnologia. Não, nada disso existe.
Como foi divulgado ao longo da semana passada que eles viriam e tudo mais, hoje chegaria uma nave enorme como no filme Independence Day e cobriria o céu. Não, isso não irá acontecer de maneira alguma. Sou como o Silvio Santos: só acredito… (?) Vendo!
Mas ainda não entendo uma duas quatro três coisas dessa história toda.
Eu até acredito aceito existir outras vidas fora da terra, tudo bem. Mas esses pontos aí de cima me deixam muito intrigados. Me parece, e sempre pareceu, idéia de 2 pirados para propagar essa idéia toda e de alguma maneira incentivar um comércio em nerds malditos: George Lucas e Steven Spielberg. Estes caras são os culpados por criar esse chaos e essa cultura. E os fanáticos em Star Wars também, é claro.
Mas se viessem, como seria? O Moby certa vez já respondeu a essa pergunta e eu concordo que a coisa seria mais ou menos por aí mesmo. A não ser que eles “chegassem chegando”, entende? Com toda essa tecnologia e armamento que não acredito, daí sim, passaria a acreditar sim. E nesse momento não teria muito mais tempo para pensar em outra frase que não seja essa: “Poutz, fudeu.”
A resposta de Moby para invasão espacial.

Aproveitando o gancho do Dia das Crianças, vou aproveitar pra contar uma historinha que sempre acontecia comigo. Não sei quanto a vocês, mas quando eu era criança, minha mãe e a parentada toda preferia me dar roupas ao invés de presentes. E isso nem sempre foi tão legal assim. Tá, não era nada legal.
Tenho em minhas lembranças, um dia em especial, um aniversário meu, claro. Convidei meus colegas de classe (eu não deveria ter muito mais que uns 10 anos, não lembro ao certo) para um sábado a tarde ir a minha casa e festejar meu aniversário. Super tranquilo, festa normal. (Tranquilo sem trema, saiba porque.)
Aniversário de criança é aquele negócio:
Sabendo essas informações, posso dizer que sempre convidei meus colegas em massa. Gurias quase nem convidava pois além delas serem chatas, na época, se as convidasse eu teria mais chances de conseguir ganhar roupa que qualquer outra coisa. Gurias ao dar presentes não roupa, nunca acertaram. E isto é um fato que de ser relevante.
Devo salientar também que, conforme o tempo passava, a expectativa do pessoal chegar e eu ganhar um presente legal aumentava minuto a minuto. Parentes chegavam mais pro final da festa e sempre vinham com muita fome. Repito: sempre vinham com muita fome.
Eu em especial ficava muito chateado com quase todos os brinquedos que ganhava. Mas até aí tudo bem, antes fosse brinquedo do que aquela maldição de ganhar roupa. Não conseguia disfarçar minha cara de frustrado ao ser presenteado com qualquer peça de roupa, ainda mais quando essa peça era cueca ou meia. Eu ficava muito puto. Quem compra uma cueca ou um par de meia para dar de presente a uma criança? É pura maldade.
Isso é uma das piores coisas que pode acontecer a um aniversariante mirim em seu grande dia. Ganhar uma ou outra roupa era normal, mas ganhar roupas que nunca iria usar era mais comum ainda! Ser criança pode ser frustrante e complicado em alguns momentos…
Devo frisar: não é que não gostava de ganhar roupa, só é que achava ser mais interessante ganhar qualquer outra coisa no valor da roupa do que a roupa, saca?! Por exemplo, Comandos em Ação não seria maluco em recusar nenhum, mesmo sendo bonecos repetidos ou que não gostasse. Comandos é massa até hoje e ponto.
Talvez esse seja um bom motivo para não querer mais festejar aniversários com toda aquela parentada e bolo pra cá, coxinha pra lá, “cocrete” rolando pelo chão… Se alguma psicóloga passar por aqui, me avisa se pode ser uma boa explicação pra isso, ok?
Boa taaaaaaaaaarde…
Demorou um pouco para os caras acertarem um joguinho bacana a ser “jogado”. Os mesmos desenvolvedores do Dino Parc e My Mini City fizeram agora um jogo de lutinha chamado La Brute, onde ganha aquele que não perde e se diverte aquele que não é bundão. E eu fiz o consagrado Bob Léo, melhor lutador do La Brute de São Leopoldo:
Não precisa de nada, cadastro, email, na-da. Só precisa dar um nome e começar a pancadaria. Se depois, posteriormente, quiser registrar o ogrinho, só precisará de uma senha. Isso mesmo, simples assim. Sejam seguidores do Bob Léo e serão ótimos mestres, domô arigatô.
E aí, alguém aceita desafio?! “HERE COMES A NEW CHALLENGER!!”
Fonte: Melhores do Mundo
Nunca tive um gato. Essa história de ter um animal de estimação que não serve para brincar, “brinca apenas quando ele quer pois gato tem personalidade”, não aceito nem nunca irei aceitar. Se a idéia é ter um bicho em casa, quero que ao menos seja companheiro.
Gato não é companheiro. Ele te pede comida, água e quer que seu canto esteja sempre limpo. E o que você ganha em troca? Nada, absolutamente nada. As vezes quando ele está bem sujo ainda se esfrega em ti.
Contrário de um cão, não serve para vigiar uma casa. Gato não intimida nem tá aí pra isso. Um cachorro, por exemplo, pode ser grande, forte, mostrar os dentes, correr atrás de garotos que aprontam a maior confusão em seu pátio e também latir. Gato não, gato se tiver em casa já é muito pois vive andando por aí.
“Ah, mas eles são bonitos”, alguém diria aqui. Sim, concordo, alguns são até lindos. Mas não são engraçados, coisa que pra mim é muito mais importante. Se é pra ter um animal de estimação que não está nem aí pra você, melhor ter um peixe então. Assim tu não precisas esperar nada pois é só um peixe mesmo: vive na água e tem uma memória de apenas 3s. Ou comprar um pedaço de madeira, não vai fazer a mínima diferença.
Depois de todo esse desprezo que sinto pelo “bêchano”, confesso uma coisa: não odeio todo ou qualquer gato. Gosto de um em especial, o Gato Mestre. Se aquele gato chapado e roxo do desenho da Alice existisse, com certeza teria um. Mas ele precisaria falar também, já que essa é a graça dele: a fala.
Esse gato é pra lá de filósofo. Além de drogado, claro.
Alice: Oh, oh.. você é um gato…!
Mestre Gato: Mestre Gato.
Alice: Oh! Espere, não vá, espere!
Mestre Gato: Muito bem. Terceiro verso…
Alice: Não não, obrigada. Mas eu só queria saber qual caminho tomar…
Mestre Gato: Oh, isso depende do lugar aonde quer ir.
Alice: Realmente não importa desde que eu…
Mestre Gato: Então, não importa que caminho tomar…
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Mestre Gato: Ela também é maluca.
Alice: Mas eu não quero ver gente maluuuuuca…
Mestre Gato: Oh, não pode evitar. Tudo aqui é maluco. Haha-haha-hahahahaha…
Alice: Que coisa… Se todos aqui são assim, então é melhor não contrariar.
Como sobreviver a em um final de semana com apenas 11 (onze) itens? Simples, assim:

Nada como planejar. Ua-pá!!