Já bebeu seu leite hoje?!
Eu senti vergonha ao receber essa notícia. Orra, como uma pessoa não tem a mínima noção de pesquisa? Outra, como alguém pode copiar algo que não é seu e apresentar como um trabalho seu, pesssoal? Isso é plágio, sem vergonhismo, picaretagem, malandragem. Quando li esta frase no quadro senti um pouco de vergonha alheia somado com outro pouco de desilusão.
Tá certo que o pessoal recém saiu do colégio e essa cadeira é do 1ª semestre, mas não interessa!! É faculdade malandro, portanto, parceiro, ferro na boneca!! A faculdade serve pra te fazer pensar e buscar suas próprias referências. Se não fizer isso durante sua graduação, será só mais um daqui há 4 anos reclamando da bosta de seu futuro emprego.
Só que poucos não riram nessa hora. Sim, procurei quem sentiria essa mesma sensação que tive na sala de aula. Felizmente, alguns também sentiram isso. Minhas esperanças de ter colegas de trabalho competentes ou futuros empregados esforçados não foram direto para a foça. Eu ainda acredito nas pessoas. Tem que acreditar, afinal, não tem outro jeito.
Depois alguns falam com a cara mais deslavada do mundo a frase mais manjada depois da graduação: o mercado de trabalho está lotado e as pessoas não conseguem emprego por causa disso. Errado. Você não consegue trabalhar pois não suficientemente bem qualificado para merecer seu espaço. É um fato. Você não estudou, apenas frequentou a universidade. E azar é do goleiro? Não maluco, azar é o seu.
Quem dará emprego pra quem nem ao menos se presta a buscar um “algo mais” num trabalho de faculdade, hmmm?! Estou generalizando no post também, sei disso, mas algumas pessoas realmente merecem trabalhar no Mc Donald’s e em lojas como de “bijouterias e acessórios” para o resto de suas vidas. As vezes, até após a morte também.
Cara, se o limbo existe, devem me mandar pra lá direto. Nem se quer terei a possibilidade de correr do caminho da serpente para salvar a minha alma. Ooooorra.

Isso mesmo, não ama. Como ouso denunciar tamanha blasfêmia, injúria e difamação? Não é de hoje que observo o mundo e seu comportamento, ou pelo menos tento fazer isso. Já faz um tempinho e não estou gostando nada do que tenho visto.
Primeiro Erro: Dizem que Ele é um ser divino, perfeito, onde apenas possui virtudes consideradas boas e tudo mais. DIzem também que ele está em todos os lugares, sabe de tudo sobre tudo e que é o nosso pai eterno. Mas o que comentam por aí, a praticamente 2008 anos atrás, que somos a sua imagem e semelhança.
Teoria Pessoal: Eu acredito no que é real, então essa balela toda de que ele é todo poderoso e fica sentado numa cadeira respondendo os emails da galera, é pura asneira. E se somos tão sua imagem e semelhança, por que razão ele não nos fez pensar um pouco melhor sobre as coisas?
Segundo Erro: Você precisa dar dízimo a igreja para assim não ser um pecador e ajudar o próximo.
Teoria Pessoal: Se eu, como pessoa mundana e não divina que sou, passo por barbaridades e dificuldades posta por “Esse Cara” todo o santo dia, tenho uma simples e única pergunta a fazer: por que diabos tenho de trabalhar, suar com o sol no lombo e entregar 10% do meu dinheiro aos seus seguidores?! Isso não faz sentido, Deus não precisa de dinheiro.
Terceiro Erro (e pra mim o mais grave de todos): Dizem, os religiosos, que Ele nos fez com uma cabeça pensante e por isso temos o livre arbítrio da escolha. Nós fazemos as escolhas, apesar de ser uma história já traçada pel’O Cara, já que ele sabe do futuro também.
Teoria Pessoal: Não sei como alguém não fanático pode concordar com tamanha bobagem, não dá pra engolir. Se realmente ele nos fez, já começou errado inventando um preto, outro branco, amarelo, vermelho, rosa e com de burro quando foge. Por que não somos todos iguais, assim nos amaríamos mais facilmente, acho.
E o fato de você ou eu possuir o livre arbítrio não vem ao caso. Ele deveria era descer a terra e intervir caso alguma besteira maior fosse feita por nós. Não ajudar ou ensinar a gente é o erro maior que Deus possa ter feito conosco e isso só me deixa dois pensamentos:
É por essas e outras que eu não consigo acreditar na religião que reverencia um deus tão frágil como este. Porque Ele até pode ser poderoso só que não se faz presente, então de nada me interessa. Já tentei entender o espírito da coisa, mas a melhor estrada pra mim, hoje, é o budismo tibetano, coisa que ainda não tive tempo para estudar com mais ênfase, confesso. Nada de coisa fanática, apenas algo pra conhecer a história e aprender o caminho para a meditação.
Não venham dizer pra mim que Deus ama todo mundo e se importa sim com toda a alma deste planeta, isso não é verdade. Pois se amasse, não existira extermínio de índios, massacres com outras etnias ou não haveria guerras estúpidas entre nações que já foram amigas. Gente, o que é a África? Ele esqueceu dela?!
Pensando bem, Deus não deixou de amar apenas você. Ele também não me ama. Ou está dormindo. Dormindo tão profundo que desde a existência do homem Ele não consegue despertar de maneira nenhuma.
Tristeza.

Dae gurizada medonha! Continuamos o podcast da vaca digitalizada com mais um programa. Neste episódio estou ao lado da Mari, do Marcus falando e comentando sobre ele, o humano mais sombrio das últimas décadas: Batman.
Neste espaço falaremos sobre a cronologia da história do personagem ao longo das últimas 7 décadas!! Isto tudo e comentários pessoais também. Sim, terá uma 2ª parte, então, aguardem!!
Escute, comente, mande email, reclame, interaja, divulgue. Esse é mais um espaço que você pode usar e abusar, sinta-se a vontade. Dá o play aí! Ou abaixa, pra mais tarde…;) (Se quiser mandar email, endereço é o seguinte: grandevacabit[@]gmail.com. Sem os []’s, claro.)
Pra quem não quiser escutar com o player, também pode baixar pelo link abaixo. Então, tá esperando o que?! Abaixaí!!

(Não esquece, salvar destino como…)
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The O.C. é a série dos anos 2000 que surgiu para narrar a vida de pessoas ricas, lindas e com estilo de vida peculiar. A exemplo de séries de sucesso nos anos 90, como Barrados no Baile e Patricinhas de Beverly Hills, a família Cohen marcou este estilo de série adolescente dramática.
São 4 anos no total. Dizem, as más línguas, que a série caiu na repetição e mesmice, por isso acabou sendo cancelada. Não concordo, apesar de não ter gostado muito da 2ª temporada, mas ainda não assisti todas. Estou providenciando isto. (Atualmente estou vendo a 3ª temporada.)
Mas o que essa série de playboy e patricinhas tem de tão legal?! A graça está na atmosfera onde gira a série. Imagine seu amigo mais rico, aquele que ganha tudo de todo mundo. Agora, multiplique isso por umas 1000x. O valor final não chegará nem perto da renda familiar da pessoa mais chinela de New Port. Claro, a série conta com outros pontos fortíssimos, ao meu ver.
Começando pelo nome, a série já tem tudo para estreiar bem e sobreviver por um tempo. Após ler este título você imagina que trata-se de um lugar perfeito onde um estranho cai de para-quedas e passa a viver lá como mais um. Isso não é mentira, esse voluntário para o salto de para-quedas chama-se Ryan Atwood que após ser adotado pela família Cohen, passa a viver em Orange County.
E este garoto é muito parecido com qualquer garoto de escola pública: valentão, “na dele”, orgulhoso, coitadinho, serve como motivo de chacota e todo tipo de virtude boa mais o fator de que ninguém vai com a cara dele. Ryan é O Cara, representação do gueto na vida social de lá.
Eu como estou acostumado com as praias daqui do sul, mais precisamente do Rio Grande do Sul, então é difícil gostar de frequentar a praia. Aqui a água é barrenta, gelada e venta pra caramba na beira da praia. Eu disse pra caramba. Sem contar o número gigantesco de águas-vivas que pode ser encontradas na areia.
Mas a praia de O. C., é mais que perfeita. Sem contar que aqui chove o tempo todo, e lá não, é raro chover. O que contribui, de certa forma, com que as pessoas saiam de casa para tomar um bom banho de mar. Tipo como em Acapulco. Eu disse tipo.
Quem não gosta de ter grana, ser lindo e também bem sucedido na vida? Acho que de certa forma, todos nós procuramos isso. Quando digo nós, falo as pessoas normais, nada de estudantes de algum DCE por aí ou comunista chato.
A real é que faz bem conviver em um lugar como este, onde se aproxima muito (pelo menos de fora) de um paraíso. Ou daquilo que consideramos ser um paraíso. Imagine Barrados no Baile, imaginou? Só que agora com pessoas mais bonitas e com penteados dos anos 2000. Bem bom o clima, não?!
Isso mesmo, na série o clima também pesa, “firmeza”? Não pesa tanto quanto num jogo do “Curintia”, mas as vezes o negócio por lá fica no mínimo “tenso”. Nada que o normal e aceitável para um “paraíso”.
Afinal, estamos em uma atmosfera onde a circulação de dinheiro é alta. A maioria das pessoas não tem noção “do que é a vida”, do que é trabalhar duro, e isso pode dificultar as coisas.
Nunca vou me esquecer da surra que o Jimmy Cooper (pai da Marissa) levou por não ter pago suas dívidas com um agiota local. Cena ótima.


Um docinho de amendoim, não? Uma gracinha? Então, um pitelzinho? Um pouco de cada, certo? E também é sarcástica como poucas. Essa é a Summer. E este é o meu maior motivo para assistir o resto da série e ver como a história termina.
Acredito ser um bom motivo. Pelo menos até agora, tem sido um ótimo motivo.

Me chamo Hamilton, tenho 23 anos e sou mais um viciado. Tudo começou em meados dos anos 90, onde passei a frequentar festinhas de amiguinhos de colégio e fui apresentado aos pastéis de risoles e aos docinhos de amendoim.
Conforme ia crescendo, passei a utilizar outras coisas como pastéis, churros, enroladinhos de salsicha, salgadinhos… Tudo que você possa imaginar de porcaria e afins, já consumi. E se não consumi, já comi algo parecido. (Isso falando “das porcarias”.)
Na adolescência o consumo foi aumentando a medida em que meu vício não era mais 100% saciado. Descobri o fascínio de se comer um bom xis (ou hambueguer, tanto faz) e de me entupir de nuggets de frango. E foram eles, “os empanados”, que me fizeram gostar mais e mais de consumir este tipo de besteira.
Existia um cosumo em casa, mas algo pequeno e ingênuo. Em casa sempre foi permitido comer batatas fritas e camarões fritos. E o pior era que meus próprios pais faziam isto e não estavam nem aí se eu consumisse ou não.
Até este tempo, morava com a família e minha mãe regrava muitas vezes meu consumo disso ou daquilo, só que aí veio o pior: comecei a procurar na rua aquilo que não existia em casa. E neste momento, meu amigo, neste exato momento fui apresentado a pizza feita em forno a lenha. Aí estava a minha perdição, ainda mais que os sabores podem ser mesclados, aí estava o meu fim. O fundo do meu poço, a minha criptonita.
Hoje em dia moro sozinho e estou há exatos 5 dias sem consumir nenhuma destas coisas. Não tem sido fácil, tô com uma dieta de massa, pão, suco, leite e muita água. Mas o vício não me faz esquecer e sempre se faz presente, basta a fome bater e estar sozinho para lembrar de que sou fraco para resistir.
Por isso digo: pizzas e nuggets pode acabar com a vida de uma pessoa. E as vezes, até de uma família inteira. Não entre nessa assim como eu entrei, não experimente nem por curiosidade. Essa vida não vale a pena, nem cogite este estilo de vida. Escolha outras coisas para você.