Já bebeu seu leite hoje?!

Eu gosto de televisão desde muito tempo. Quando descobri as séries americanas de comédia, esta foi uma das primeiras. E quando entendi que nos EUA’s o pessoal tem costume de fazer e assistir, como nós aqui temos com as novelas, fiquei mais feliz ainda por gostar de televisão.
Descobri de verdade só com a extinta DirecTV, que me possibilitou a assistir canais como os da Sony e da Warner. Claro que já conhecia séries como “Louco por Você”, “Primos Cruzados”, “Alf, o É Teimoso”, “Blossom” e “Um Amor de Família”. Já conhecia pois o SBT já havia transmitido antes de 1999, assim como a Globo.
Mas o universo novo que a tv a cabo me rendeu com canais exclusivos sobre determinados assuntos, o exemplo de canias de séries de comédia, acabei por conhecer uma das séries mais divertidas e engraçadas de todos os tempos: That’s 70’s Show.
A série me chamou a atenção pois era toda passada na década de 70, nos EUA, onde um grupo de amigos no fim do colegial descobriam coisas como o amor, amizade, cerveja, festas e outras coisas mais. E também trazia ocasiões sensacionais, como o Red Forman quando comprou seu primeiro video cassete. Esse episódio é genial.
Minha felicidade viria a acabar por causa do meu pai ter parado de assinar o serviço. No decorrer de 2 anos, assisti várias séries e aprendi a gostar desta em especial, assim como “Friends”. Não ter terminado de assitir todas as temporadas, me deixou um pouco frustrado. Mas tudo bem, um dia eu descobriria a internet.
Mês passado estava vagando pela net, até que me lembrei que o pessoal está fazendo upload de séries antigas já com a tradução, via Real Player. Aí me bateu a idéia: “será que já tem os episódios de That’s 70’s Show, com legendas, pra baixar? Todas as 8 temporadas? Será, hein?” E a resposta foi sim, por incrível que pareça, já existem todos os episódios prontinhos, só baixar. Agora não tem mais desculpa!!
Fiquei muito feliz ao saber que posso assistir todos os episódios a hora que quiser de uma das séries que mais gosto. Assim como ter a oportunidade de fazer maratonas a hora que bem entender. Já fiz algumas nos sábados passados, onde já me adiantei e hoje estou praticamente na metade da 3ª temporada.
Venho a compartilhar, pra quem quiser, os episódios de todas as temporadas. Quem gosta de uma ótima série de comédia, aí vai a dica desta daí, pra quem já não conhece. Pra mim, só perde para Friends. Ou será que não?! E tem gente que ainda hoje não tem contato com a magnífica internet, que pena…
>> Link para o download dos episódios <<

Existem vários motivos para uma pessoa racional não fumar. Pra mim, no mínimo existem 3 motivos gritantes para alguém não fumar. São eles:
Se você é desempregado, pobre ou miserável aí está um problema a ser enfrentado: como sustentar o vício? Cigarros não são baratos. Normalmente, custam mais que boas balas ou chicletes. Nada mais humilhante que não poder sustentar o vício, se for fumar de verdade, isso é o mínimo.
O cheiro das pessoas que fumam é muito forte e não muito agradável. Não é questão de frescura, é fedorento mesmo. As gurias até disfarçam pois evitam ficar segurando o cigarro entre os dedos e também usam perfumes, mas já os caras… Que se tomarem banho durante o dia é muito, esses não dão pra aguentar.
Preciso comentar? A fumaça dele, junto com todas as outras porcarias, te mata em longo prazo além de prejudicar o sistema respiratório desde o primeiro cigarro. Tem pólvora além de muitas outras coisas.
Então, pra que as pessoas gastam dinheiro com algo que deixa elas fedorentas e pode provocar a morte em longo prazo? Acho que ainda é questão de imagem, rebeldia, só pode ser. Eu sou a favor do cigarro apenas em tempos de guerra. Ajuda a ficar acordado, atento e a passar o tempo. Pode ser o melhor amigo de um soldado em uma trincheira.
(Se bem que hoje, trincheiras não existem mais…)
Para ser um bom publicitário a pessoa tem de fazer uns 4 anos de graduação (em média), depois um mestrado e quissá um doutorado. Estudar, ler, procurar coisas novas e tudo isso já está implícito.
As vezes não basta ter muita grana para se fazer um bom/ótimo comercial, algo simples, com um bom jingle sobre o produto, já dá pra fazer muita coisa. A propaganda que achei muito boa é a da Motorella, já perceberam a genialidade?!
“Pego minha Motorella
só pra da um rolé com a galera!
Mas tem gente que vai pra escola
ou vai trabalhar com ela… MOTORELLA!
É fácil de estacionar! É econômica!
Não confunda meu senhor
Motorella não é moto
É bicicleta com motor…”
Tá, muitos vão dizer que é tosca e sem graça, certo?! Mas não é não, o comercial tem um jingle muito foda, tu escuta e gruda na cabeça. Apenas é simples. O orçamento não deve ter sido muito caro também, já que os modelos da campanha… Bom, podemos dizer que não se parecem com modelos profissionais. Provavelmente, devem ser amigos ou familiares dos donos. Sem contar, que as tomadas de câmeras, são simples.
Resumindo, eles conseguem vender bem o produto em 30s. Tão bem, que tu consegue ver pessoas na rua usando o veículo.
Fonte: Motorella.COM.BR

Antigamente, lá no tempo da Guerra do Paraguai ou até mesmo antes disso, era muito prático e uma mão na roda ter um escravo. Na verdade, eram outros tempos. Podia-se ter um escravo, o governo permitia tratar uma pessoa como uma mercadoria. Era simples: a única coisa que precisava era de um documento escrito, assinado pelo dono e reconhecido pelo governo que aquela pessoa era um escravo e pertencia a ti.
Quando comentei que era prático se ter um escravo, falo na parte do trabalho pesado. Trabalho braçal ninguém nunca quer fazer, sempre o gênero mais peão da palavra, aquele que serve apenas para executar tarefas e ordens. Era muito cômodo se ter vários escravos já que era importante produzir algo (já que a economia na época era praticamente agrícola) em suas terras.
Também era comum ter escravos dentro de sua casa, para cuidar de sua casa. Essas tarefas iam desde uma simples tarefa de limpar a casa até de cuidar de seus filhos, já que por sua vez, o dono da casa geralmente estava trabalhando e a mulher, que não fazia muita coisa, também não estava nem aí para a criação dos filhos. Em muitas casas as coisas continuam do mesmo jeito, só que em tempos modernos, sem mais escravos e sim empregadas/diaristas.
Em média um escravo vivia cerca de sua vida toda trabalhando na propriedade em que mora. Não precisava ser gasto com ele mais do que 1 ou 2 mudas de roupas ao longo de sua vida e o preço pago por 1 excravo, se não me engano e alguém pode me ajudar com isso se souber, era retirado em 2 ou 3 anos de serviços do próprio. Então, não era um negocião?!
Como o mercado era enorme a oferta também era imensa muita gente vendia escravos nessa época, negociava por trocas de mercadoria, comprava, enfim, faziam de tudo. Pra isso tinha de se cuidar todos os detalhes na hora, se tratando de uma mercadoria, a idéia nunca era perder dinheiro, sempre ganhar ou tirar um lucro em cima disso. E escravo pelo que sei nunca teve garantia ou devolução.
Então era muito importante cuidar de certas coisas:
Viu como não era muito fácil de escolher escravos, ainda mais que era comum a fuga e de seus afrontamentos? Tem de se avaliar todos estes atributos antes de se investir um bom dinheiro em troca de algum, vai por mim. Aqui vai um conselho para o convívio melhor com seu escravo em um futuro próximo ou não:
Lembre-se disso também: escravos vemos, costumes não sabemos.

Quem nunca pegou um ônibus com uma véia cheia de compras ou com uma penca de netos embaixo de sua saia carcumida? Eu já, várias vezes. Voltando do centro, indo para o centro e em ônibus intermunicipais também.
Entendo o fato de algumas pessoas trabalharem uma vida inteira e não ter condições de adquirir um veículo. Só que não dá pra usar o ônibus sempre quando precisar ir ao mercado ou fazer uma compra. Ainda mais se fizer esse tipo de viagem na noite, daí é pra matar.
Esses dias, tava eu voltando pra casa e entrou uma senhora idosa no ônibus. Entrou pela porta da frente e ficou ali, nos primeiros bancos da condução. Subiu com compras do mercado e deixou no chão. Ela em pé e suas compras no chão. Uma menina levantou para que a senhora pudesse sentar só que a véia continuava ali. Sabe como é, o burro sempre empaca perto do trigo.
Na medida em que o ônibus foi enchendo, a velha senhora parecia ficar mais estática e querendo testar a paciência de todos. Ela estava no meio do caminho, sim, estava atrapalhando os passageiros na descida do ônibus. Ela e suas compras. Só se mexeu na hora que foi descer, que por curiosidade era a mesma parada que a minha. Então toquei a campanhinha do veículo e a véia pulou na minha frente, sempre com suas compras.
Quando paramos, ela ficou ali parada com suas sacolas no chão. O motorista olhou pra trás com uma cara de: “tá, ninguém vai descer?”. E eu tive de quase atropelar ela para que pudesse descer naquela parada, passei por mau educado sendo que não fui eu o mau educado ali. E ela nem desceu na mesma parada!! Enfim.
Olha, nada contra ninguém. É mesmo o transporte mais em conta em se utilizar no dia-a-dia. Mas usar a condução pra isso é uma puta falta de educação. Se eu fosse velho, neste caso muito velho, eu não pegaria nenhum tipo de transporte público para levar as compras do supermercado, alguma encomenda ou até mesmo para fazer uma compra de algo com tamanho médio ou maior. Afinal, é um transporte para pessoas e não para os seus carrapatos.
E as lojas entregam em casa as compras, assim como os mercados. Não precisa dessa mão toda.