Já bebeu seu leite hoje?!


Antigamente, lá no tempo da Guerra do Paraguai ou até mesmo antes disso, era muito prático e uma mão na roda ter um escravo. Na verdade, eram outros tempos. Podia-se ter um escravo, o governo permitia tratar uma pessoa como uma mercadoria. Era simples: a única coisa que precisava era de um documento escrito, assinado pelo dono e reconhecido pelo governo que aquela pessoa era um escravo e pertencia a ti.
Quando comentei que era prático se ter um escravo, falo na parte do trabalho pesado. Trabalho braçal ninguém nunca quer fazer, sempre o gênero mais peão da palavra, aquele que serve apenas para executar tarefas e ordens. Era muito cômodo se ter vários escravos já que era importante produzir algo (já que a economia na época era praticamente agrícola) em suas terras.
Também era comum ter escravos dentro de sua casa, para cuidar de sua casa. Essas tarefas iam desde uma simples tarefa de limpar a casa até de cuidar de seus filhos, já que por sua vez, o dono da casa geralmente estava trabalhando e a mulher, que não fazia muita coisa, também não estava nem aí para a criação dos filhos. Em muitas casas as coisas continuam do mesmo jeito, só que em tempos modernos, sem mais escravos e sim empregadas/diaristas.
Em média um escravo vivia cerca de sua vida toda trabalhando na propriedade em que mora. Não precisava ser gasto com ele mais do que 1 ou 2 mudas de roupas ao longo de sua vida e o preço pago por 1 excravo, se não me engano e alguém pode me ajudar com isso se souber, era retirado em 2 ou 3 anos de serviços do próprio. Então, não era um negocião?!
Como o mercado era enorme a oferta também era imensa muita gente vendia escravos nessa época, negociava por trocas de mercadoria, comprava, enfim, faziam de tudo. Pra isso tinha de se cuidar todos os detalhes na hora, se tratando de uma mercadoria, a idéia nunca era perder dinheiro, sempre ganhar ou tirar um lucro em cima disso. E escravo pelo que sei nunca teve garantia ou devolução.
Então era muito importante cuidar de certas coisas:
Viu como não era muito fácil de escolher escravos, ainda mais que era comum a fuga e de seus afrontamentos? Tem de se avaliar todos estes atributos antes de se investir um bom dinheiro em troca de algum, vai por mim. Aqui vai um conselho para o convívio melhor com seu escravo em um futuro próximo ou não:
Lembre-se disso também: escravos vemos, costumes não sabemos.
Leia também:
6 Comentários para "#160 - Como comprar um escravo."
HAHAHAHAHHA
É verdade. Mas tu esqueceu que é sempre bom ter um capataz forte (e pago, ou então teu “faixa”) para uma média de 5 escravos homens ( 12 mulheres medrozas). Como o capatar é tipo o imediato do dono da fazenda é esperado que o capatar ganhe por uns 3 trabalhadores. Para ele não “virar a casaca”.
Ninguém te xingou de racista depois disso??
Fanny Webber: Não é que me esqueci, na hora de comprar um escravo tu não vai precisar de um capataz, mas depois sim. Sem dúvida nenhuma, a ordem vai precisar ser mantida sim, acho que o capataz é a melhor maneira. Já que ninguém decide ser um escravo né, enfim.
Vanessa: Não, mas devem. Um dia alguém passa por aqui e me xinga, normal acontecer isso com textos assim.
Mas se for ver, não tem nenhuma razão pra isso acontecer, não digo me nenhum momento que sou a favor da escravidão. Nem contra. Só digo que se alguém quiser comprar um escravo deve se basear nesse “tutorialzinho” daí, vai ajudar na hora.
Qualquer coisa, se te chamarem de racista, diga que no século XIX, ou antes disso, não existia “racismo”, … que seja, o post ficou muito legal mesmo! É mais um trabalho para a faculdade, ou, só deu vontade?
…
…
…
Carol: “É mais um trabalho para a faculdade, ou, só deu vontade?”
Nah, só deu vontade mesmo. hehehe
Deixe seu comentário.